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Impressões

A traição e o Cristo Redentor

terça-feira, 6 de setembro de 2011 Texto de

Tá a mai­or re­vol­ta na Ar­qui­di­o­ce­se do Rio por cau­sa do anún­cio do si­te Ohhtel.com, di­ri­gi­do a quem quer ter re­la­ções ex­tra­con­ju­gais. Mo­ti­vo: a uti­li­za­ção da ima­gem do Cris­to Re­den­tor no out­do­or. A men­sa­gem diz: “Te­nha um ca­so ago­ra! Ar­re­pen­da-se de­pois”. É até en­gra­ça­do, mas a uti­li­za­ção do sím­bo­lo de uma re­li­gião mi­le­nar nu­ma pe­ça pu­bli­ci­tá­ria des­se ti­po é ina­de­qua­da sim.
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Crônicas

Vou dizer tudo a você!

sexta-feira, 1 de julho de 2011 Texto de

Ho­je eu vou di­zer tu­do a vo­cê. To­das as coi­sas que me fa­zem per­der o so­no, me dis­trair ao vo­lan­te, di­va­gar en­quan­to ten­to con­cen­trar-me no tra­ba­lho. Vou pe­gar o te­le­fo­ne, dis­car seu nú­me­ro e des­pe­jar meus se­gre­dos, mi­nhas frus­tra­ções, meus so­fri­men­tos. Mi­nha sau­da­de.
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O ad­ven­to das re­des so­ci­ais e de to­das as fa­ci­li­da­des aber­tas pe­los avan­ços das no­vas tec­no­lo­gi­as ocul­ta, en­tre a far­ra fe­liz de múl­ti­plas vo­zes, um fan­tas­ma ater­ro­ri­zan­te: a ame­a­ça de aces­sar­mos tão so­men­te uma in­for­ma­ção ca­da vez mais su­per­fi­ci­al e pas­sa­gei­ra, si­tu­a­ção que po­de co­la­bo­rar pa­ra a pro­du­ção de uma for­ma­ção hu­ma­na ca­pen­ga. Co­mo tu­do que é gos­to­so, tam­bém nes­se ca­so as con­train­di­ca­ções não são pou­cas.
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Geral

Veja opções para comprar Desrumo pela internet

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010 Texto de

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Impressões

Comodismo incômodo

quinta-feira, 12 de agosto de 2010 Texto de

Às ve­zes te­nho me­do de mi­nhas opi­niões. Mas não me­do do que al­guém pos­sa pen­sar de­las ou mes­mo de ser mal in­ter­pre­ta­do. Por­que meus mai­o­res me­dos nes­se sen­ti­do são dos pen­sa­men­tos que ge­ral­men­te fi­cam só pa­ra meu con­su­mo in­ter­no. Das opi­niões que dou pa­ra meus pró­pri­os bo­tões.
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Menas, menas

sexta-feira, 25 de junho de 2010 Texto de

É cu­ri­o­so, e qua­se en­gra­ça­do, ver a far­ra que se faz na in­ter­net (prin­ci­pal­men­te no Twit­ter) com ba­se nu­ma for­ça que não exis­te. Sim­ples­men­te não exis­te. Con­si­de­rar que o Twit­ter é uma fer­ra­men­ta de­ci­si­va pa­ra mu­dar há­bi­tos ou de­fi­nir a pos­tu­ra da opi­nião pú­bli­ca é, no mí­ni­mo, um exa­ge­ro.
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Colaboradores

Passando adiante

sexta-feira, 2 de outubro de 2009 Texto de

Dia des­ses me veio à ca­be­ça o an­ti­go jo­gui­nho Es­cra­vos de Jó, em que as pe­ças são pas­sa­das de par­cei­ro em par­cei­ro, rit­ma­da e au­to­ma­ti­ca­men­te, en­quan­to to­dos can­ta­ro­lam a mú­si­ca que acom­pa­nha a brin­ca­dei­ra. E as­sim, as mes­mas pe­ças aca­bam vol­tan­do às mes­mas mãos, num ro­dí­zio in­ter­mi­ná­vel. Lem­brei-me de­le di­an­te da ci­ran­da de men­sa­gens e ane­xos que di­a­ri­a­men­te che­gam às cai­xas de cor­reio de­pois de na­ve­ga­rem pe­la re­de. Lá pe­las tan­tas, as men­sa­gens aca­bam vol­tan­do à ori­gem e o cír­cu­lo se fe­cha.
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Impressões

Melhor ou pior? Mais ou menos?

segunda-feira, 16 de Fevereiro de 2009 Texto de

Es­tá in­su­por­tá­vel ver nos jor­nais, nos por­tais de in­for­ma­ção da in­ter­net e nas emis­so­ras de te­le­vi­são as com­pa­ra­ções que le­vam em con­ta a per­for­man­ce econô­mi­ca de cer­tos pe­río­dos: “Cres­ci­men­to mun­di­al é o me­nor em 60 anos”; “In­dús­tria tem o quar­to pi­or tri­mes­tre des­de 99”; “PIB é o me­nor de não sei quan­tos se­mes­tres”; “Cré­di­to é o mai­or em tan­tos anos”, “Eco­no­mia dos EUA é a pi­or des­de Mic­key Mou­se”.
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Colaboradores

Tecendo a rede de afetos

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008 Texto de

Di­zem que o que acon­te­ce pe­la in­ter­net não pa­re­ce re­al. Que o re­la­ci­o­na­men­to afe­ti­vo vir­tu­al é ar­ti­fi­ci­al e qua­se sem­pre pe­ri­go­so. Há quem cri­ti­que a tro­ca de e-mails en­tre ami­gos e co­nhe­ci­dos, mui­tas ve­zes mo­ran­do a mi­lhas de dis­tân­cia uns dos ou­tros, ale­gan­do que o in­subs­ti­tuí­vel ca­lor hu­ma­no ao vi­vo sem­pre foi e con­ti­nua sen­do o me­lhor e o mais au­tên­ti­co ca­ri­nho. Quan­to a is­so não te­nho dú­vi­da, mas não cus­ta pen­sar nos dois la­dos des­sa mo­e­da tão in­jus­ti­ça­da.
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