Paulo Neves é o segundo da esquerda para a direita
Quando eu comecei no jornalismo em Bauru, no ano de 1987, na redação do Diário, com Eduardo Nasrala, Maria América Ferreira, Heliana De Weese, João Ranazzi, Carlos Torrente, Erlington Goulart, Aceituno Jr., Milton Bill de Oliveira, Éder Azevedo e Dona Ana (mãe da Sandra Camargo), nessa época eu ouvia falar de Celina Neves como uma deusa bauruense.
Eu não entendia direito o que isso queria dizer à época. Foi preciso esperar o tempo passar: para conhecer um pouco da grande diretora teatral. Acho que fiz só uma entrevista com ela. O tempo foi correndo e alguns anos depois eu conheci Paulo Neves.
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Paulo Sérgio entrevista Pelé no comecinho da carreira do rei (Foto do arquivo do professor João Francisco Tidei de Lima)
Encontrei Paulo Sérgio Simonetti num restaurante após o almoço. Papo rápido na hora de pagar a conta. A 94 FM fez 34 anos por estes dias. Eu dei meus parabéns etc e tal. Mas o que eu queria mesmo dizer ao Paulo Sérgio é que eu sempre o admirei.
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No início da década de 1970, perdi um amigo e colega de escola. Ele devia estar na segunda série. Saiu de casa após o almoço para ir à aula e no meio da estrada, que liga a zona urbana ao sítio onde morava, teve uma parada cardíaca. Foi socorrido, mas não resistiu.
Foi um dia chocante. Nós, os amigos, nos reunimos para ir ao velório. Na época, os corpos eram quase sempre velados em casa. Eu me lembro que fazia um dia de vento, assim como hoje em Bauru.
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“Senti o cheiro de merda já no meio da escada. Quando cheguei ao banheiro, a porta estava inteiramente aberta e, no chão do corredor, jaziam seu macacão e sua cueca. Dentro do banheiro papai estava nu, tendo acabado de sair do chuveiro, pingando ainda. O cheiro era insuportável. Ao me ver, quase começou a chorar. Na voz mais desconsolada que jamais ouvi, dele ou de qualquer outra pessoa, me disse o que não era difícil deduzir: ‘Me caguei todo’.”
Acho que o trecho acima e toda a sequência dessa passagem resumem, do modo mais franco e honesto possível, a essência do livro “Patrimônio”, de Philip Roth, reeditado agora pela Companhia das Letras.
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Eu estou aí nesta foto, de verde, num Carnaval no Cafelândia Clube
Sabe qual foi a Coca-Cola mais gostosa que eu já tomei na vida?
Eu costumava fazer essa pergunta para a mulher da qual hoje sou ex-marido. Devia ser um tédio para ela. Chegou a decorar: “Ai, tá...”, ela começava, “foi a Coca que você bebeu no Cafelândia Clube num domingo de Carnaval”.
Isso mesmo.
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Na década de 1990, o juiz de futebol amador Toninho Sanches marca pênalti e é perseguido por jogadores (Foto de Otavio Valle)
Eu sempre gostei de valorizar a imagem por onde passei profissionalmente. Uma das minhas tarefas mais frequentes foi fazer capa de jornal. Sempre gostei de começar pela fotografia. Sem esse recurso, a informação empobrece. O papel empalidece. O jornalismo padece.
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Esta mesa foi composta mais ou menos em 1993 para uma cervejada, se não me engano, após uma reunião do sindicato dos jornalistas. À esquerda, sentados, estão Milton Bill Oliveira, este que vos escreve e Solange Bendini. Ainda à esquerda, em pé, Gilmar Dias (com cabelo!!! e acho que ainda apenas namorado da Roseane Andrelo). À direita, Luiz Vitorelli, (talvez) Erika Dios e Marcos César, que não vejo há muito tempo.
Porém, nesta nota, é da figura central que quero falar: Fred Calmon
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Um dos famosos mosaicos de Gaudí, em Barcelona
Por que comparar as duas, não sei. Também não sei se meus critérios são válidos. Falo apenas como uma viajante que visitou Paris depois de 40 anos sem vê-la, e que entrou em Barcelona pela primeira vez. Pois é, estou me referindo a Paris e Barcelona, que acabo de visitar.
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Leonardo Di Caprio vive o diretor do FBI
“J. Edgar”, de Clint Eastwood, é um drama denso e conta com uma interpretação vigorosa de Leonardo Di Caprio no papel do famoso e controverso diretor do FBI. Mas não se aproxima dos grandes filmes do diretor, como “Menina de Ouro”, “Sobre meninos e lobos” e o imbatível “Os imperdoáveis”.
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