Colaboradores

Bizarrices morais

quarta-feira, 16 de novembro de 2011 Texto de

In­te­res­san­te o que ocor­re nu­ma so­ci­e­da­de on­de o rou­bo, a en­ga­na­ção com­pul­si­va e o mau ca­rá­ter são mo­e­da cor­ren­te em to­dos os es­tra­tos so­ci­ais e pro­fis­sões: os atos de ho­nes­ti­da­de e de­so­nes­ti­da­de pro­vo­cam re­a­ções sin­gu­la­res en­tre a po­pu­la­ção.
Leia mais

Compartilhe

Chi­co Pe­drei­ra deu um ti­ro no vi­zi­nho. O ho­mem foi cain­do, qua­se em câ­me­ra-len­ta, olho es­bu­ga­lha­do no Chi­co e da bo­ca es­cor­ren­do san­gue. Na ja­ne­la, gri­ta­va a Ma­ri­a­zi­nha, mu­lher do Chi­co e cau­sa do cri­me.
Leia mais

Compartilhe

Fer­nan­do Sor­ren­ti­no é es­cri­tor e pro­fes­sor de Lín­gua e Li­te­ra­tu­ra

A LIÇÃO
Fer­nan­do Sor­ren­ti­no

Tra­du­ção: Ana Flo­res
anaflores.rj@terra.com.br

Quan­do ter­mi­nei meu cur­so se­cun­dá­rio, con­se­gui em­pre­go co­mo fun­ci­o­ná­rio de uma com­pa­nhia de se­gu­ros de Bu­e­nos Ai­res. Era um tra­ba­lho bem de­sa­gra­dá­vel e se de­sen­vol­via num am­bi­en­te de pes­so­as des­pre­zí­veis, mas co­mo eu ti­nha ape­nas de­zoi­to anos, is­so não me in­co­mo­da­va tan­to.
Leia mais

Compartilhe

Colaboradores

silêncio

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011 Texto de


fez ques­tão de des­li­gar tu­do.
tv, som, com­pu­ta­dor, te­le­fo­ne, mi­cro­on­das.
ti­rou até as pi­lhas do an­ti­go disck­man cin­za – vai que o apa­re­lho, ve­lho ga­gá, sol­tas­se uma no­ta ou ou­tra...
fo­nes de ou­vi­dos es­con­di­dos em mei­as, es­pa­lha­das em ga­ve­tas.
que­ria si­lên­cio.
Leia mais

Compartilhe

Colaboradores

medo

sábado, 11 de setembro de 2010 Texto de

sa­be um ca­ra fo­dão? es­te é o me­do.

sem­pre fez su­ces­so com as mu­lhe­res. na­mo­rou a con­fi­an­ça, foi ca­paz de dar um fo­ra na ale­gria (ca­ra, quem em sã cons­ci­ên­cia dis­pen­sa­ria a ale­gria?) e di­zem por aí que ele co­meu a co­ra­gem de jei­to - ela não te­ve tem­po nem de ti­rar o sal­to al­to...
Leia mais

Compartilhe

Colaboradores

Dostoiévski

quarta-feira, 8 de setembro de 2010 Texto de


Es­se ca­ra é meu ami­go, as mi­nhas idei­as ba­tem com as de­le. Es­se ca­ra é 10, po­de crer. Na re­a­li­da­de, só li Cri­me e Cas­ti­go, po­rém deu pa­ra sa­ber que é meu brother. Co­mo ele, sou crí­ti­co des­ta so­ci­e­da­de de mer­da. O ser hu­ma­no pen­sa que é me­lhor que os ou­tros se­res vi­vos de­vi­do à sua ra­ci­o­na­li­da­de de mer­da. Coi­ta­dos! Nós en­tra­mos em con­tra­di­ção o tem­po to­do. A ra­zão é fa­lha e não adi­an­ta fu­gir dos nos­sos de­se­jos mais pri­mi­ti­vos. Um dia, me can­so dis­so tu­do e jo­go uma bom­ba nes­sa hi­po­cri­sia to­da. Es­tou com fo­me, vou ao MacDonald’s. Vol­to já!

Compartilhe

Colaboradores

Tenha modos, mocinha

quinta-feira, 2 de setembro de 2010 Texto de

A pri­mei­ra e úl­ti­ma vez que al­mo­ça­mos jun­tos foi nu­ma can­ti­na sim­pá­ti­ca, de co­mi­da sa­bo­ro­sa, co­mo me ha­vi­am in­di­ca­do. An­tes, um po­ti­nho de azei­to­nas, que ele co­mia e cus­pia os ca­ro­ços, di­re­to da bo­ca pa­ra o pra­to, fa­zen­do ba­ru­lho. Che­ga­ram os pe­di­dos e, com a lín­gua, ele aju­da­va a ti­rar a co­mi­da dos den­tes. Fa­la­va en­quan­to mas­ti­ga­va e, jus­ti­ça se­ja fei­ta, eu até con­se­guia en­ten­der al­gu­ma coi­sa do que ele di­zia.
Leia mais

Compartilhe

Colaboradores

Bate-papo com Beto Pampa

terça-feira, 3 de agosto de 2010 Texto de


Ca­pa do li­vro so­bre mú­si­ca e fu­te­bol do jor­na­lis­ta Be­to Xa­vi­er, edi­ção da Pan­da Bo­oks

A jor­na­lis­ta Isa­bel Car­va­lho con­ver­sou com o jor­na­lis­ta Be­to Pam­pa e co­la­bo­ra com o blog en­vi­an­do o pa­po de­les. Se­gue o tex­to:

O jor­na­lis­ta Be­to Xa­vi­er, co­nhe­ci­do pe­los bau­ru­en­ses co­mo Be­to Pam­pa, cons­truiu par­te de sua car­rei­ra em Bau­ru, on­de pro­du­zia, no fim da dé­ca­da de 80 e co­me­ço dos anos 90, o “Vi­va­ci­da­de”, um dos mais ou­vi­dos pro­gra­mas de no­tí­ci­as e MPB, que ia ao ar das 7 às 9 ho­ras pe­la 96 FM.
Leia mais

Compartilhe

Colaboradores

Viva a Catalunha!

sexta-feira, 30 de julho de 2010 Texto de


Pro­tes­to em Pam­plo­na, Es­pa­nha, con­tra o mas­sa­cre dos tou­ros na Cor­ri­da de San Fer­mín, em ju­lho

Ima­gi­no o quan­to se­ja di­fí­cil pa­ra um po­vo acei­tar que se aca­be ra­di­cal­men­te um da­do cul­tu­ral tão en­tra­nha­do em sua his­tó­ria, co­mo são as tou­ra­das pa­ra os es­pa­nhóis. Por is­so, mi­nha so­li­da­ri­e­da­de à co­ra­gem da autô­no­ma Ca­ta­lu­nha, ten­tan­do fa­zer va­ler a proi­bi­ção das tou­ra­das em su­as ter­ras a par­tir de 2012. Da­qui, do ou­tro la­do do Atlân­ti­co, en­vio aos ca­ta­lães meu to­tal apoio e mi­nha ad­mi­ra­ção.
Leia mais

Compartilhe

UM LIVRO ESCLARECEDOR
Ludwig Boi­tus: Stelzvö­gel, Go­tin­ga, 1972

Fer­nan­do Sor­ren­ti­no

No con­ci­so pró­lo­go des­sa obra, o pro­fes­sor Franz Klamm nos in­for­ma que o Dr. Ludwig Boi­tus vi­a­jou de Go­tin­ga a Hu­ayl­lén-Naquén com o ex­clu­si­vo pro­pó­si­to de es­tu­dar in lo­co o po­der de atra­ção sim­bió­ti­ca des­sas aves per­nal­tas po­pu­lar­men­te co­nhe­ci­das co­mo ca­legüi­nas, de­no­mi­na­ção qua­se una­ni­me­men­te acei­ta na bi­bli­o­gra­fia es­pe­ci­a­li­za­da em es­pa­nhol.
Leia mais

Compartilhe