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Naquela mesa está faltando ele

quarta-feira, 25 de abril de 2012 Texto de


Es­ta me­sa foi com­pos­ta mais ou me­nos em 1993 pa­ra uma cer­ve­ja­da, se não me en­ga­no, após uma reu­nião do sin­di­ca­to dos jor­na­lis­tas. À es­quer­da, sen­ta­dos, es­tão Mil­ton Bill Oli­vei­ra, es­te que vos es­cre­ve e So­lan­ge Ben­di­ni. Ain­da à es­quer­da, em pé, Gil­mar Di­as (com ca­be­lo!!! e acho que ain­da ape­nas na­mo­ra­do da Ro­se­a­ne An­dre­lo). À di­rei­ta, Luiz Vi­to­rel­li, (tal­vez) Eri­ka Di­os e Mar­cos Cé­sar, que não ve­jo há mui­to tem­po.

Po­rém, nes­ta no­ta, é da fi­gu­ra cen­tral que que­ro fa­lar: Fred Cal­mon
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A incrível seringueira engolidora de casa

quinta-feira, 21 de julho de 2011 Texto de

Nas mi­nhas an­dan­ças (an­dan­ças mes­mo, a pé) pe­la zo­na ru­ral da mi­nha ci­da­de de ori­gem (Ca­fe­lân­dia - SP), de­pa­rei-me com es­ta in­crí­vel se­rin­guei­ra. Ela es­tá num sí­tio pró­xi­mo à ca­sa on­de nas­ci. Quan­do saí de lá, aos 6 anos de ida­de, era ain­da uma ár­vo­re de pro­por­ções nor­mais. Mas tor­nou-se um ser gi­gan­te en­go­li­dor de ca­sa.
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Este Ronaldinho, sim!

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011 Texto de


En­quan­to no Rio, a tor­ci­da do Fla­men­go faz fes­ta pa­ra re­ce­ber Ro­nal­di­nho Gaú­cho, eu pres­to ho­me­na­gem a um Ro­nal­di­nho que re­al­men­te va­leu a pe­na. Es­te aí da fo­to. Vi­veu 11 anos na ca­sa da mi­nha mãe. Ga­nhou vá­ri­os tí­tu­los: in­te­li­gen­te, bo­ni­to, ma­lan­dro e in­can­sá­vel. Nun­ca tro­cou de ti­me. Era tran­qui­la­men­te um dos me­lho­res da se­le­ção de ca­chor­ros da ci­da­de. Ver­da­dei­ro atle­ta, só be­bia um co­pi­nho de cer­ve­ja no fim do ano (ver­da­de!). Co­mia o que apa­re­cia pe­la fren­te (rs): um dia, deu oi­to sem ti­rar de den­tro (oi­to bo­ca­das sem ti­rar o fo­ci­nho da va­si­lha de co­mi­da). Co­mia fei­jão com ar­roz co­mo se fos­se um prín­ci­pe. E no fim, mor­reu num sá­ba­do, mas não atra­pa­lhou nin­guém. Fez sem­pre a ale­gria da ga­le­ra.

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As eleições e o nosso passado

terça-feira, 5 de outubro de 2010 Texto de


De­ta­lhe da fo­to que ilus­tra meu tex­to: aden­tre meu blog e sa­be­rá do que es­tou di­zen­do

Eu ve­nho di­zen­do aos meus ami­gos que es­tou de sa­co cheio de po­lí­ti­ca. Não é fá­cil le­var a sé­rio o que de­ve­ria ser sé­rio e não é. Mas o ca­so é que não há co­mo fu­gir. Não há co­mo sim­ples­men­te cru­zar os bra­ços e di­zer “es­tou fo­ra”. Bom, ao me­nos por en­quan­to. En­tão, va­mos in­do.
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Meu canudo de papel

sábado, 4 de setembro de 2010 Texto de


Eis um mo­men­to im­por­tan­te pa­ra Car­los Nas­ci­men­to (rs­s­ss). A ima­gem aci­ma mos­tra o fa­mo­so jor­na­lis­ta me en­tre­gan­do o di­plo­ma de jor­na­lis­mo. Foi uma gran­de hon­ra re­ce­ber das mãos de­le meu ca­nu­do de pa­pel.
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Primeira escola e primeiro crime

quarta-feira, 25 de agosto de 2010 Texto de

A ima­gem aci­ma mos­tra cri­an­ças di­an­te de um pré­dio bem sim­ples e rús­ti­co. Aí mui­ta gen­te co­me­çou a apren­der a ler e a es­cre­ver. Eu tam­bém. A fo­to não é do meu tem­po. É da épo­ca de meus pais. Meus pais es­tu­da­ram aí. Mais tar­de foi mi­nha vez, coi­sa de dois ou três me­ses an­tes de mu­dar­mos pa­ra a ci­da­de. A es­co­la fi­ca­va na Fa­zen­da Bem Es­tar, lo­ca­li­za­da em Ca­fe­lân­dia, mu­ni­cí­pio do in­te­ri­or de São Pau­lo.
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Minha filha e Kid Vinil

domingo, 15 de agosto de 2010 Texto de


Quan­do é que eu po­de­ria ima­gi­nar, lá pe­los anos 1980, que um dia eu te­ria uma fi­lha e que ou­tro dia ela fa­ria uma fo­to com o Kid Vi­nil? Bem, o mun­do às ve­zes é bem go­za­do.

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Impressões, Retratos

Pais e filhos

sexta-feira, 6 de agosto de 2010 Texto de

Em 1954, meu pai ao la­do de ca­mi­nhão car­re­ga­do de ca­pim

Par­ti­ci­pei da úl­ti­ma ce­na da vi­da do meu pai. Ele es­ta­va mor­ren­do no hos­pi­tal. Do la­do de lá do lei­to, mi­nha mãe. Do la­do de cá, eu. Na ca­be­cei­ra. Meus ir­mãos e ou­tras pes­so­as es­pe­ra­vam no cor­re­dor. Acon­te­ce­ria a qual­quer mo­men­to. Era uma noi­te no fim de mar­ço. Tem­pe­ra­tu­ra ame­na. Pe­la ja­ne­la, da­va pa­ra ver as ár­vo­res os­ci­la­rem num ven­to de chu­va que vi­ria.
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A casa onde nasci

quinta-feira, 5 de agosto de 2010 Texto de


Es­ta­va as­sim, há uns cin­co ou seis anos, a ca­sa on­de nas­ci, no sí­tio. Ho­je de­ve es­tar ain­da mais ve­lha e aban­do­na­da. Ca­sas são co­mo pes­so­as: quan­do sós, sem nin­guém que as pre­en­cha, ini­ci­am um pro­ces­so de de­te­ri­o­ra­ção. Aos pou­cos, dis­si­pa-se a ener­gia que as per­cor­reu por tão di­fe­ren­tes ca­mi­nhos. A len­ta im­plo­são é ape­nas uma ques­tão de tem­po.
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O rio mais lindo que há

segunda-feira, 2 de agosto de 2010 Texto de


Quem mo­ra em São Pau­lo, por exem­plo, tal­vez não pos­sa ima­gi­nar co­mo são ex­tra­or­di­ná­ri­as as águas do Ti­e­tê em re­giões co­mo a de Lins, on­de se lo­ca­li­za a pe­que­na e sim­pá­ti­ca ci­da­de de Sa­bi­no. Nos anos 1990, eu cos­tu­ma­va ir a um dos ran­chos lo­ca­li­za­dos às mar­gens des­sas águas. Nes­ta fo­to, es­tou com mi­nha fi­lha den­tro do rio, o mais lin­do de to­dos.
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