
Quando eu sair na Rondon – acho que depois do Trevo da Eny, e depois também do Alameda, acho que naquela descida onde a gente quase se sente um pássaro, talvez por lá –, vou precisar pensar em coisas malucas, coisas curiosas, engraçadas, impossíveis, surreais; afastar pensamentos que me joguem nos braços das lembranças; tentar a criação de um vazio momentâneo que possa me salvar do mergulho; vou precisar mentir pra mim mesmo (mais…)
