Arquivos de Cinema

Crônicas

Quando Franco Nero me salvou

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014 Texto de

Tí­nha­mos en­fren­ta­do uma tar­de pe­sa­dís­si­ma na­que­le ve­rão do ano 2000. Tal­vez uma das pi­o­res de nos­sas vi­das pro­fis­si­o­nais. Ha­vía­mos par­ti­ci­pa­do de uma reu­nião em que foi fei­to o co­mu­ni­ca­do ofi­ci­al do fe­cha­men­to do jor­nal on­de tra­ba­lhá­va­mos.
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Crônicas

“Ela”, o filme, e o tronco da bananeira

sexta-feira, 4 de Abril de 2014 Texto de

Eu co­nhe­ci um ca­ra que na in­fân­cia ti­nha uma ba­na­nei­ra pre­fe­ri­da. “Quan­do eu fa­ço o bu­ra­co no tron­co, eu con­ver­so com ela”, ele me dis­se uma vez. “E eu a ou­ço quan­do a gen­te es­tá... vo­cê sa­be”, ele tam­bém me dis­se. Ve­ja bem o que ele me dis­se: “... quan­do a gen­te es­tá”. Ou se­ja, ele in­cluiu a ba­na­nei­ra no mun­do da ra­zão, ele deu uma cons­ci­ên­cia à ba­na­nei­ra.
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Crônicas

Gangues

sexta-feira, 17 de Janeiro de 2014 Texto de

Até ho­je ten­to de­co­rar o jei­to cer­to de es­cre­ver o no­me do Le­o­nar­do Di­Ca­prio. Tu­do jun­to (o so­bre­no­me com o C maiús­cu­lo). Pu­ta que o pa­riu, que com­pli­ca­ção! Bom, en­fim, é as­sim. Bom ou­tra vez, fa­zia al­guns di­as que eu que­ria es­cre­ver is­to (acho que des­de que co­me­cei acom­pa­nhar “Amo­res Rou­ba­dos”, a mi­nis­sé­rie da Glo­bo).
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‘No’, a queda de Pinochet

domingo, 1 de setembro de 2013 Texto de

Gael García Bernal em "No"

Sim, o fil­me “No” (di­re­ção de Pa­blo Lar­raín, com Ga­el Gar­cía Ber­nal no pa­pel prin­ci­pal) me­re­ceu ter si­do in­di­ca­do ao Os­car de me­lhor fil­me es­tran­gei­ro.
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Filme: Comandante Abul Raed

domingo, 25 de agosto de 2013 Texto de

De uma emo­ção con­ti­da. De uma sen­si­bi­li­da­de su­til. De uma von­ta­de de agir.
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Crônicas

“O Mestre” e “O Bis”

quarta-feira, 3 de julho de 2013 Texto de

Faz al­gum tem­po que eu não co­mo do­ces por von­ta­de pró­pria. Ex­pli­co: não os com­pro; fei­to cri­an­ça, só os co­mo quan­do me dão. Quan­do vou à ca­sa da mi­nha mãe, é uma per­di­ção com­ple­ta: ros­qui­nhas de pin­ga, man­te­cal (sin­ce­ra­men­te, não sei co­mo se es­cre­ve), do­ce de ma­mão, do­ce de lei­te, do­ce de abó­bo­ra... De vez em quan­do, a avó da mi­nha fi­lha tam­bém me em­pan­tur­ra de bo­los, pu­dins etc e tal. Só que no que de­pen­der de mim, é se­ca to­tal. En­tre­tan­to, to­da re­gra tem ex­ce­ção. E mui­to es­po­ra­di­ca­men­te, ven­ci­do pe­los su­per­mer­ca­dos da vi­da, le­vo pa­ra ca­sa o cho­co­la­te que eu mais gos­to: o Bis.
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Daniel Day Lewis sustenta ‘Lincoln’

segunda-feira, 11 de Fevereiro de 2013 Texto de

Não sou es­tu­di­o­so da po­lí­ti­ca nor­te-ame­ri­ca­na, tam­pou­co de sua his­tó­ria. Mas me pa­re­ce que o Da­ni­el Day Lewis in­ter­pre­ta um dos mai­o­res po­lí­ti­cos da his­tó­ria com in­crí­vel per­fei­ção. Mos­tra sua ca­pa­ci­da­de ex­tra­or­di­ná­ria de li­dar com um pa­pel tão di­fe­ren­te de ou­tros mar­can­tes que fez em “Gan­gues de No­va York”, “Em no­me do pai” e “Meu pé es­quer­do”. O fil­me, en­tre­tan­to, tal­vez em­pol­gue mais os nor­te-ame­ri­ca­nos. Não é à toa que en­quan­to Da­ni­el Day Lews es­tá le­van­do os prin­ci­pais prê­mi­os in­ter­na­ci­o­nais de ci­ne­ma, “Lin­coln” es­tá le­van­do chum­bo de “Ar­go”, que ain­da não vi. Não vi por pu­ro pre­con­cei­to (por­que acho o Ben Af­fleck um ma­la) e des­co­nhe­ci­men­to (por­que quan­do pas­sou em Bau­ru eu não ti­nha li­do na­da a res­pei­to).

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O lado bom da vida

quinta-feira, 7 de Fevereiro de 2013 Texto de

Fui ver. Gos­tei. Não é um gran­de fil­me. Mas po­de ser cha­ma­do de um bom fil­me, prin­ci­pal­men­te por quem gos­ta de Ro­bert de Ni­ro. Ele es­tá óti­mo, o que o res­ga­ta um pou­co de mui­tas por­ca­ri­as que fez ul­ti­ma­men­te. Mas quem dá show mes­mo é a Jen­ni­fer La­wren­ce. Me­lan­có­li­ca e lin­da.

No­ta tris­te: co­mo nu­ma sa­la em que es­tão cer­ca de 15 pes­so­as as­sis­tin­do ao fil­me, en­tram du­as mu­lhe­res (meia ho­ra de­pois de o fil­me ter co­me­ça­do, sem brin­ca­dei­ra) e fi­cam fa­lan­do a ses­são in­tei­ra? A elas e a to­dos que fa­zem is­so nos ci­ne­mas, vão pras pu­tas que os pa­ri­ram!

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Django Livre e a autoesnucada de Tarantino

terça-feira, 22 de Janeiro de 2013 Texto de

Gos­tei mui­to de Djan­go Li­vre. Quem po­de com um ti­me des­se?: Ta­ran­ti­no, Ja­mie Foxx, Ch­ris­toph Waltz, Le­o­nar­do Di­Ca­prio e Sa­mu­el L. Jack­son? E aque­la atriz lin­da (Ker­ry Washing­ton)? Achei a aber­tu­ra ge­ni­al, com a mú­si­ca te­ma de Djan­go (fil­me de 1966 di­ri­gi­do por Ser­gio Cor­buc­ci, com Fran­co Ne­ro, aque­le em que ele che­ga ar­ras­tan­do o cai­xão).

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Geral

Quem eu mais vi no cinema

sexta-feira, 18 de Janeiro de 2013 Texto de

Le­vei al­gum tem­po (me­ses), mas fiz um le­van­ta­men­to ra­zoá­vel de ato­res, atri­zes e di­re­to­res que tra­ba­lha­ram nos fil­mes que eu vi. A ba­se é o si­te Ado­ro Ci­ne­ma. Há al­gu­mas fa­lhas lá, é ver­da­de. Há fil­mes não re­gis­tra­dos. Mas acho que uns 95% es­tão cor­re­tos. O le­van­ta­men­to é até 2012.  En­fim:

Os 20 ato­res com quem mais vi fil­mes até 31 de de­zem­bro de 2012
(in­clui ci­ne­ma e vídeo/DVD)

Robert de Niro em "O Poderoso Chefão"

Ro­bert de Ni­ro em “O Po­de­ro­so Che­fão”



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