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Este Ronaldinho, sim!

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011 Texto de


En­quan­to no Rio, a tor­ci­da do Fla­men­go faz fes­ta pa­ra re­ce­ber Ro­nal­di­nho Gaú­cho, eu pres­to ho­me­na­gem a um Ro­nal­di­nho que re­al­men­te va­leu a pe­na. Es­te aí da fo­to. Vi­veu 11 anos na ca­sa da mi­nha mãe. Ga­nhou vá­ri­os tí­tu­los: in­te­li­gen­te, bo­ni­to, ma­lan­dro e in­can­sá­vel. Nun­ca tro­cou de ti­me. Era tran­qui­la­men­te um dos me­lho­res da se­le­ção de ca­chor­ros da ci­da­de. Ver­da­dei­ro atle­ta, só be­bia um co­pi­nho de cer­ve­ja no fim do ano (ver­da­de!). Co­mia o que apa­re­cia pe­la fren­te (rs): um dia, deu oi­to sem ti­rar de den­tro (oi­to bo­ca­das sem ti­rar o fo­ci­nho da va­si­lha de co­mi­da). Co­mia fei­jão com ar­roz co­mo se fos­se um prín­ci­pe. E no fim, mor­reu num sá­ba­do, mas não atra­pa­lhou nin­guém. Fez sem­pre a ale­gria da ga­le­ra.

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