Arquivos de Animais

Crônicas

O banho do tatu e o ‘banho’ que o tatu me deu

sexta-feira, 24 de junho de 2011 Texto de

Eu tam­bém gos­ta­ria de jo­gar água com uma man­guei­ra num ta­tu. Vê-lo de per­to con­ten­tar-se com o re­fres­co, as­sim co­mo na ima­gem aci­ma (há um ví­deo que es­tá no UOL, mas não con­se­gui pos­tar aqui por­que sou ig­no­ran­te nis­so – só sei pe­gar os do You­tu­be, on­de não o en­con­trei). Sin­to que de­vo is­so à es­pé­cie.
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Impressões

A falência do homem

quinta-feira, 15 de julho de 2010 Texto de

En­tre os ami­gos mais pró­xi­mos, dis­se­mi­nei a se­guin­te im­pres­são: a hu­ma­ni­da­de fa­liu. Não sei se al­guém por aí já cu­nhou a fra­se an­tes ou a es­tá cu­nhan­do ago­ra. Em tem­pos de tan­tas fer­ra­men­tas tec­no­ló­gi­cas que fa­zem da co­mu­ni­ca­ção um re­de­moi­nho de in­con­tá­veis cis­cos, é ar­ris­ca­do de­fen­der qual­quer fra­se ou ideia ori­gi­nal. Tu­do pa­re­ce já ter si­do di­to ou pen­sa­do.

Mas, in­de­pen­den­te­men­te da ori­gi­na­li­da­de da im­pres­são, ela me vem à ca­be­ça quan­do não me con­for­mo com si­tu­a­ções nas quais o ho­mem ex­põe to­do o seu fra­cas­so.
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Crônicas, Impressões

Relação

domingo, 7 de fevereiro de 2010 Texto de

Os ani­mais são im­pres­si­o­nan­tes. On­tem, nos­sa ca­chor­ri­nha (que car­re­ga um pro­ble­ma sé­rio na co­lu­na e de vez em quan­do tem umas re­caí­das) não es­ta­va mui­to bem. À tar­de­zi­nha, de­ci­di­mos nos fa­zer com­pa­nhia, am­bos dei­ta­dos no ta­pe­te do es­cri­tó­rio. Brin­ca­mos, tro­ca­mos idei­as e co­chi­la­mos. Uma te­ra­pia – acho que pa­ra os dois.
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Crônicas

Definição da beleza

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009 Texto de


Es­cri­to­res, fi­ló­so­fos e pen­sa­do­res já es­cre­ve­ram tan­tas te­o­ri­as so­bre a be­le­za que elas mui­tas ve­zes se abra­çam nas es­qui­nas das idéi­as ou sim­ples­men­te to­mam ru­mos pa­ra­le­los e ja­mais se en­con­tram. O ca­so é que a be­le­za, mais do que pro­pri­a­men­te in­trín­se­ca à sub­je­ti­vi­da­de, é al­go su­pe­ri­or à pró­pria ca­pa­ci­da­de de o ho­mem ima­gi­nar as for­mas que a cons­ti­tu­em. E, por con­seqüên­cia, in­de­fi­ní­vel sob um pon­to de vis­ta con­cre­to.
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