Quando você ficar triste aí por um motivo assim
pode se lembrar em último caso de mim
Quando não rolar mais o lance com o cara de cabelinho estilo neymar
pode se lembrar da nossa noite no bar Read the rest of this entry »
Você aí
junho 13th, 2013Meu comentário de hoje na TV TEM
junho 11th, 2013Clique aqui para ver a reportagem e o comentário
Meninight (Ou: o coroa e a mina)
junho 11th, 2013Na verdade, não sei se vai cair bem pra mim
Mas vamos lá, garota, me diz aqui da sua vibe
Não sou a melhor pessoa do mundo pra isso
Porque meu tempo é da conta da Light Read the rest of this entry »
Sonho de valsa
junho 10th, 2013O que a gente quer
quer saber? não se sabe
De todos os lugares
de todos os abraços
sempre vão restar
apenas os pedaços Read the rest of this entry »
Na cama
junho 9th, 2013Fico me perguntando por que você não me avisou
Se por acaso não conseguiu ver lá na frente
Aquela estrada que um dia iríamos vencer
Se você soubesse como isso incomoda minha mente Read the rest of this entry »
Velhos horizontes
junho 7th, 2013Eu vejo tanta coisa, meu bem
Olha aquela esquina você também
Arranque seus olhos para enxergar
Veja o que está lá fora, baby Read the rest of this entry »
Água mole
maio 29th, 2013É curioso ver que hoje em dia não pode mais chover. É também curioso ouvir homens públicos dando conselhos à população sobre os riscos de se jogar lixo na rua. Sim, é uma verdade: dos sofás deixados nos terrenos baldios ou nas calçadas mesmo, até os saquinhos e sacolas atirados das janelas dos carros feito um arroto qualquer, essas atitudes colaboram para causar as tragédias das cheias. Coisa de gente porca e burra, os dois ao mesmo tempo. Read the rest of this entry »
Foto histórica
maio 24th, 2013Revisão já!
maio 21st, 2013As mortes, os assaltos, os arrastões e demais tipos de crimes ocorridos na Virada Cultural em São Paulo só surpreendem quem está desatento a este momento. Claro que o mundo sempre terá coisas boas, a humanidade sempre levará a campo sua incrível capacidade de superar as adversidades, mas não dá para negar que vivemos uma era de violência e medo. E o pior é que ao invés de investir em projetos reformuladores, transformadores, os governos e os homens públicos vivem numa constante briga para tirar o corpo fora, jogar a culpa uns nos outros, encobrir o que não dá para esconder. Esta sociedade – superficial, cínica e às vezes cega – precisa de uma revisão verdadeira após 2.000 Km.
Poema: Intramuros
maio 20th, 2013Aqui, deste lado,
onde só há vazio
e o reverso,
onde não há lugar
nem para queixa
tampouco verso Read the rest of this entry »





