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Meninight (Ou: o coroa e a mina)

terça-feira, 11 de junho de 2013 Texto de

Na ver­dade, não sei se vai cair bem pra mim
Mas va­mos lá, ga­rota, me diz aqui da sua vibe
Não sou a me­lhor pes­soa do mundo pra isso
Por­que meu tempo é da conta da Light

Tudo bem, não se as­suste co­migo tão perto
Pra co­me­çar, vai me fa­lando da sua night
Como é que você veio che­gando em mim
No meio de tanta gente e todo esse bi­ri­naite

Não ri, vai, as­sim fico con­fuso e cha­te­ado
É que, sabe, quando te vi ima­gi­nei o strike
Este peito guarda uma bomba de mo­delo an­tigo
Meu bem, acho que não cabe mais de um byte

Con­fesso que eu tam­bém te olhei muito
Você en­tre to­das aque­las ga­tas da so­ci­ety
Quei­xi­nho em­pi­nado, bar­ri­gui­nha pra fora
Pa­re­cia a Ma­rilyn na­quela capa da Life

Quase en­gas­guei quando a coisa en­cai­xou
E agora aqui des­co­brindo seu naipe
Eu falo em seu ou­vi­di­nho uns pa­la­vrões
E você mis­tura um ai ao seu belo iate

Putz, na boa, vou te pe­dir uma coi­si­nha
Deixa a alta e mer­gu­lha num in­sight
Fica rasa, sim­ples, ras­teira, as­sim, isso
Agora, pra ver só, me mede em fah­re­nheit

De­pois, jun­ti­nhos, em con­cha, gos­to­si­nhos
Você não vai nem sa­ber onde fica o Kwait
E na ma­dru­ga­di­nha, bem triste e frio
Vou sus­sur­rar pra você nem ou­vir: vai-te

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