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Velhos horizontes

sexta-feira, 7 de junho de 2013 Texto de

Eu ve­jo tan­ta coi­sa, meu bem
Olha aque­la es­qui­na vo­cê tam­bém
Ar­ran­que seus olhos pa­ra en­xer­gar
Ve­ja o que es­tá lá fo­ra, baby

Não, não é o ga­ro­ti­nho chei­ran­do co­la
Mui­to me­nos o ve­lhi­nho pe­din­do es­mo­la
Ah, sim, vo­cê che­gou bem per­to
Olhan­do as­sim, pu­xa, co­mo che­gou

Mas eu ve­jo do ou­tro la­do, viu?
Olha aí es­se lin­do céu cor de anil
Ah, seu olhar, po­bre olhar ve­lho
Faz um es­for­ço, lá na­que­le te­lha­do

O ga­to se lam­ben­do to­do
A be­la pai­sa­gem co­mo en­go­do
Ah, vo­cê não quer, baby
Fa­la a ver­da­de des­de já

Não é o li­xo nem o en­gui­ço
Não é a me­ni­na nem a bu­zi­na
É sua rou­pa e seu re­ló­gio
Sua car­tei­ra e seu ne­gó­cio

Eu ve­jo tan­ta coi­sa, meu bem
Olha aque­la es­qui­na vo­cê tam­bém
Ar­ran­que seus olhos pa­ra en­xer­gar
Ve­ja o que es­tá lá fo­ra, baby

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