Crônicas

Faroeste caboclo

quarta-feira, 16 de julho de 2008 Texto de

Ei, Re­na­to Rus­so, co­mo é aque­la mes­mo? Ah, sim.

João Ro­ber­to era o mai­o­ral
O nos­so Johnny era um ca­ra le­gal

Pe­na que nun­ca se sa­be­rá se João Ro­ber­to te­ria um Opa­la me­tá­li­co azul. Mui­to me­nos se ele pe­ga­ria no vi­o­lão e con­quis­ta­ria as me­ni­nas e quem mais qui­ses­se ver.

O João Ro­ber­to mor­reu aos 3. Ve­jam só. Não deu tem­po de che­gar aos 16. Não deu tem­po de ser um su­jei­to tranqüi­lo ou um ca­ra des­ses meio ma­lu­cos que cor­rem ris­cos às ve­zes des­ne­ces­sá­ri­os.

De um jei­to ou de ou­tro, pro­va­vel­men­te ele não se­ria fã do Led Zep­pe­lin, dos Be­a­tles ou dos Rol­ling Sto­nes. Quem po­de di­zer que ele se­ria fe­ra de­mais? Ou só mes­mo um ga­ro­to co­mum? Vá sa­ber. Que pe­na.

Em vez de mú­si­ca, ago­ra só res­so­am os ti­ros... os ti­ros... os ti­ros. Que pe­na não ter da­do tem­po pa­ra ele sen­tir ao me­nos um co­ra­ção par­ti­do. Um co­ra­ção... um co­ra­ção... um co­ra­ção...

Bye, bye Johnny

Lem­bran­ças ao San­to Cris­to.

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