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Novo técnico da seleção

sábado, 24 de julho de 2010 Texto de

Mo­mento em que jo­ga­do­res do Co­rinthi­ans in­ter­rom­pem co­le­tiva para fes­te­jar Mano como novo téc­nico da se­le­ção (Foto: site ofi­cial do Co­rinthi­ans)


Tão logo aca­bou a Copa, dei mi­nha opi­nião (para al­guns ami­gos) so­bre quem eu gos­ta­ria de ver no co­mando da se­le­ção: Mano Me­ne­zes.

E não é que so­brou pra ele? Sim, so­brou li­te­ral­mente. Por­que na sexta-feira to­dos da­vam Mu­ricy Ra­ma­lho como o novo téc­nico. Aliás, tam­bém não é se­gredo que o pre­fe­rido da CBF era Fe­li­pão. Mano, pelo visto, era ape­nas a ter­ceira op­ção de Ri­cardo Tei­xeira.

O Mano pa­rece ser um ótimo su­jeito. Sou da­que­les que ainda acre­dita que – em qual­quer si­tu­a­ção –  não basta ao pro­fis­si­o­nal ser com­pe­tente no que faz. Pra mim, o cara tem que car­re­gar nas cos­tas al­guns re­qui­si­tos como hom­bri­dade, ética e ho­nes­ti­dade.

E, até que me pro­vem o con­trá­rio, o Mano os car­rega. As­sim como pa­rece ser os ca­sos de Fe­li­pão e de Mu­ricy.

A mi­nha pre­fe­rên­cia pelo Mano ocorre em ra­zão do mo­mento da se­le­ção e sua pre­ci­são bá­sica e ur­gente de re­no­va­ção. Vejo o Mano como um téc­nico que se apro­xima do auge de sua car­reira, aquele mo­mento em que as ener­gias do pro­fis­si­o­nal con­ver­gem, rit­ma­das, para o topo de sua ca­pa­ci­dade.

Acho que é de al­guém as­sim que o fu­te­bol bra­si­leiro pre­cisa agora.

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