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segunda-feira, 8 de março de 2010 Texto de

Ela vi­via nu­ma bo­lha, pois co­mo era ra­di­o­a­ti­va des­de nas­cen­ça, tu­do apo­dre­cia ao re­dor quan­do seu cor­po en­tra­va em con­ta­to com o ar. As úni­cas pes­so­as que co­nhe­cia eram os ci­en­tis­tas com rou­pas es­pe­ci­ais.

De re­pen­te, su­as noi­tes so­li­tá­ri­as co­me­ça­ram a ter uma vi­si­ta ines­pe­ra­da. Abria um pou­co os olhos e via uma lu­va bran­ca to­cá-la. As sen­sa­ções eram tão ver­ti­gi­no­sas que no ápi­ce sen­tia-se jor­rar; de­pois, dor­mia pro­fun­da­men­te.

No dia se­guin­te, a ro­ti­na de sem­pre: Os ci­en­tis­tas che­ga­vam pa­ra mo­ni­to­rá-la; ela as­sis­tia um pou­co de te­vê, lia al­guns li­vros e aces­sa­va a in­ter­net. Man­ti­nha-se tran­qui­la pa­ra nin­guém des­con­fi­ar de na­da.

E-mail: dudu.oliva@uol.com.br

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