Ma­tou nu­ma vi­ra­da o mar­te­li­nho de pin­ga. Be­bia com rai­va. “Cor­no”, pen­sou, e pe­diu ou­tra do­se. A úl­ce­ra quei­ma­va. Olhou no re­ló­gio e fal­ta­va meia ho­ra pa­ra po­der che­gar em ca­sa. Pôs a mão na bo­ca-do-estô­ma­go: “Es­sa mu­lher ain­da me ma­ta”.

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