É noi­te, e o ar da es­ta­ção, ama­re­lo. Ao fun­do, o trem pa­ra­do. Na ga­re há so­men­te um ca­sal de ve­lhos sen­ta­dos nu­ma gran­de ma­la. Um baú atrás. Olham bai­xo, imó­veis. Da­li a dois me­tros as for­mi­gas car­re­gam so­bras de um in­se­to mor­to.

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