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Ano-novo

sábado, 10 de janeiro de 2009 Texto de

Sem­pre quando me de­paro com o ano-novo, penso no des­co­nhe­cido; como me de­pa­rasse com uma es­finge. An­tes, que­ria pre­ver os acon­te­ci­men­tos e não deixá-lo devorar-me, agora, re­solvi que to­ma­rei uma ati­tude di­fe­rente: vi­ve­rei sem me pre­o­cu­par; se­gui­rei o meu des­tino. Po­rém, mesmo que nos cru­ze­mos por aí, irei encará-lo de frente sem res­sal­vas e o cum­pri­men­ta­rei como se ti­vesse co­nhe­cido al­guém pela pri­meira vez. 

E-mail: dudu.oliva@uol.com.br

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