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Formas e Aleluia, aleluia

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008 Texto de

FORMAS

– É tão tris­te ver uma flor mor­ta, que pre­fi­ro a de plás­ti­co.

– Sou mui­to mais a be­le­za da fu­ga­ci­da­de do que a eter­ni­da­de de um ob­je­to des­car­tá­vel. A na­tu­re­za é uma ar­tis­ta per­fei­ta.

– Mas acho tão bo­ni­tos es­ses ar­ran­jos fei­tos de plás­ti­co re­ci­cla­do. Quem re­ti­ra uma coi­sa do li­xo e faz ar­te é um ar­tis­ta.

ALELUIA ALELUIA

Du­ran­te to­do o dia, sen­tiu-se in­vá­li­do e com rai­va de te­rem ex­tir­pa­do uma par­te do seu cor­po. Quan­do a in­ter­net se es­ta­bi­li­zou, deu um sor­ri­so ilu­mi­na­do, pa­re­cia que pre­sen­ci­a­ra um mi­la­gre.

E-mail: dudu.oliva@uol.com.br

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