De­pen­dendo da pers­pec­tiva, os no­vos sig­ni­fi­ca­dos fi­cam até bo­ni­ti­nhos

Efeito Omo
Ok. Es­tou di­ante da tela em branco (?) com branco-super-branco na mente. Sem idéia do que es­cre­ver. Acho que dei­xei mi­nhas idéias em Ri­bei­rão Claro (PR) du­rante um úl­timo e cu­ri­oso pas­seio de fé­rias em abril.

Ao léo
Você vai de­se­jar meu fu­zi­la­mento, es­tou en­ro­lando mesmo, mas vou fa­zer as­sim: jo­gar pa­la­vras ao re­lento, mas não abandoná-las por com­pleto. Le­var uma so­pi­nha de vez em quando. Adri­ana Fal­cão fez isso num li­vro e fun­ci­o­nou que é uma be­leza.

“Re­de­fi­nhi­ções”

8/5

Alarme de que o tempo está atento e nada isento. 

Ou­tono
Es­ta­ção para a qual as ár­vo­res ba­tem pal­mas.

7h30
Meu ce­lu­lar en­tende como hora de gri­tar.

Unhas
Uma das coi­sas que te­nho pela me­tade.

Pause
Só ele se­gura o trân­sito.

Olhos
Pe­pi­tas. Não pu­pi­las.

Fi­lhote
Se la­tir, é fome.

Pit-bull
Se ros­nar, corre!

Te­le­fone
Toca, la­za­rento!

Abe­lhas
Vi­zi­nhas de sa­cada.

Gra­vi­dez
Amigo: ar­ruma ou­tro em­prego, mas não larga o que já tem.

Gen­giva
Im­por­tante para os den­tes, dis­pen­sá­vel para o sor­riso.

Gro­se­lha
Só com leite de sa­qui­nho.

Touro
Signo sa­grado, me­rece seu per­dão.

Jor­na­lista
Bem re­sol­vido: ele sem­pre se acha.

Jo­e­lho
Igual alma: às ve­zes, dói.

Ce­mi­té­rio
Onde sau­dade não tem idade.

Hu­mil­dade
Quem tem, não de­ve­ria di­zer.

In­fân­cia
Brin­ca­deira boba: de­ve­ria es­tar por vir, poxa!

Mico
Pa­gar não ga­rante fi­car li­vre dele.

Ga­briel
Estrela-guia e pu­xi­nha da mãe.

Chu­vi­nha
Uma parte do cé­re­bro pensa em sexo. A ou­tra, em bo­li­nho.

Bold
Essa le­tra tem um ego!…

Con­tra­mão
Quando só eu es­tou certo.

Ci­nema
Em Bauru, pior que mudo.

Bauru
Gosto – fa­zer o quê?

Na fonte
“Pe­queno Di­ci­o­ná­rio de Pa­la­vras ao Vento” – Adri­ana Fal­cão – Edi­tora Pla­neta (166 pg). Mais ou me­nos R$ 29. Vá­rios si­tes ven­dem. Qual­quer coisa, te em­presto. Ga­nhei aqui no Cen­tri­nho.

Ri­mando Con­tra a Maré
La­mento in­for­mar que, em ca­rá­ter ex­cep­ci­o­nal, as po­bres ri­mas an­dam se es­tra­nhando.

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