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Mais opiniões de leitores sobre o livro PATER

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014 Texto de

Capa do li­vro PATER

Pu­blico aqui al­gu­mas opi­niões que es­tou re­ce­bendo de lei­to­res que con­cluí­ram PATER.

“O pri­meiro ca­pí­tulo do li­vro co­meça com o ano que nasci, 1985. Lem­brei, em lei­tura da pri­meira pá­gina, do Mundo de So­fia; fala da re­la­ção de um co­ro­nel do exér­cito e seu fi­lho re­vo­lu­ci­o­ná­rio. Tem como não gos­tar? É muito pano pra manga! Um pai au­to­ri­tá­rio e um fi­lho Cara-pintada.” (Cli­que aqui para ler a re­se­nha na ín­te­gra)
Li­lian Fa­rias, for­mada em letras/português, es­cri­tora, blo­gueira e ati­vista so­cial

“Nar­ra­tiva de­li­ci­osa, emo­ci­o­nante!!! Amei esse li­vro! Pa­ra­béns Márcio Abecê!!! É o pri­meiro li­vro seu que leio e agora quero ler Pa­ra­bala e Des­rumo!!!”
Ana Paula Za­cari Fa­ria
Pro­fes­sora

Nem sem­pre po­de­mos es­pe­rar que a vida nos dê tudo que desejamos…a certa al­tura da vida, di­ante das con­sequên­cias dos ca­mi­nhos que nós mes­mos es­co­lhe­mos, não mais nos é pos­sí­vel re­cuar, não mais nos é pos­sí­vel to­mar um ata­lho que nos leve a cor­ri­gir o per­curso.

Tre­cho do li­vro PATER… tão real que me­xeu muito comigo…me le­vou de volta a mo­men­tos de mi­nha vida que ha­viam fi­cado ador­me­ci­dos e re­pen­sando os fa­tos, con­se­gui en­ten­der o porquê.”
Mar­cia M. Na­gae

“Te­nho que re­co­men­dar aos ami­gos a mi­nha mais re­cente lei­tura. O li­vro PATER, do jor­na­lista Márcio ABC (Giz Edi­to­rial, 2012), conta con­fli­tos vi­vi­dos na Era Col­lor en­tre um pai Co­ro­nel do Exér­cito e um fi­lho que des­ponta como lí­der es­tu­dan­til na ado­les­cên­cia. En­quanto a lei­tura nos faz re­vi­ver im­por­tan­tes mo­men­tos da his­tó­ria do Bra­sil, tam­bém nos faz re­fle­tir so­bre con­fli­tos e emo­ções pre­sen­tes em quase to­das as fa­mí­lias.
Me­re­cem des­ta­que pelo me­nos duas pas­sa­gens: a des­cri­ção da en­ce­na­ção da Odis­seia du­rante as pas­se­a­tas, com Pe­né­lope re­pre­sen­tando a pá­tria; e o Co­ro­nel in­te­ra­gindo com um dos cães do seu ca­nil, que não se adap­tava ao resto do bando. Afi­nal, quem nunca sen­tiu que não se adapta ao seu bando?
O es­tilo de texto é leve e agra­dá­vel, mas con­fesso que, no co­meço da lei­tura, não en­tendi por que o nar­ra­dor cons­ci­ente pas­sava da cons­ci­ên­cia de um per­so­na­gem para a de ou­tro sem mu­dança de ca­pí­tu­los ou pa­rá­gra­fos como é co­mum nos tex­tos que apre­sen­tam si­tu­a­ção se­me­lhante. Não co­nheci o au­tor pes­so­al­mente. Es­tu­dei jor­na­lismo em Bauru, onde ele tra­ba­lha, mas não fo­mos con­tem­po­râ­neos de fa­cul­dade. No en­tanto, algo me di­zia que, pela ex­pe­ri­ên­cia pro­fis­si­o­nal que tem, Márcio ti­nha um pro­pó­sito nessa nar­ra­ção con­ti­nu­ada en­tre as cons­ci­ên­cias de vá­rios per­so­na­gens. E não me en­ga­nei. Claro que não vou con­tar o porquê. Su­giro que leia o li­vro.”
Pa­trí­cia Ma­glio
Jor­na­lista

“Em PATER me afei­çoei a dois per­so­na­gens em es­pe­cial: Dou­tora Dag­mar, que a des­peito de fa­tos e pes­soas, na­vega pela his­tó­ria com suas co­xas ro­li­ças, e Clint, o bobo da corte. Ale­xan­dre é en­can­ta­dor, em­bora todo mundo diga que ado­les­cente é chato; ponto pra se­le­ção e or­ga­ni­za­ção de me­mó­rias feita pelo Coronel- em­bora todo mundo des­con­fie que Dag­mar, Clint, Ale­xan­dre e o co­ro­nel te­nham um único pai.”
Marli Nu­nes

“Ex­ce­lente! Per­feita e en­vol­vente ra­di­o­gra­fia li­te­rá­ria dos anos Col­lor! Um sím­bolo da força da ju­ven­tude, que abor­tada na época, re­nas­ceu agora nas ruas de ju­nho!”
Luiz Vi­tor Mar­ti­nello
Es­cri­tor

“PATER é um li­vro que traz uma emo­ção que acho que nem sa­be­mos que existe den­tro de nós. Fi­quei muito sa­tis­feito com a lei­tura.”
Ra­fael Souza
Es­tu­dante

“A sen­si­bi­li­dade com que seu li­vro trata um tema tão de­li­cado, a re­la­ção en­tre pai e fi­lho, é de se ad­mi­rar. Fi­quei co­mo­vida em vá­rias opor­tu­ni­da­des du­rante a lei­tura. É um li­vro que não dá pra dei­xar pra de­pois, quando eu co­lo­cava ele de lado eu ou­via ele me cha­mar. Ótimo li­vro!”
Alice S. Fer­nan­des
Es­tu­dante

“Li PATER e me emo­ci­o­nei com o li­vro.”
Ná­dia Bar­nes
Se­cre­tá­ria exe­cu­tiva

“Sen­sa­ci­o­nal o li­vro PATER.”
Mar­celo Ro­cha
Jor­na­lista

“Li Pa­ter e ado­rei. Li­vro de gente grande.”
Ma­ria Elena Co­vre
Jor­na­lista

“Caro Márcio ABC, apro­vei­tei o Car­na­val para ler seu li­vro PATER. Vou ser sin­cero, não gosto de ler au­to­res que não co­nheço por­que já te­nho mui­tos que gosto e ainda pre­ciso ler muita coisa de­les. Ou­tra coisa é que não com­prei seu li­vro e não o le­ria se uma amiga não ti­vesse me em­pres­tado. Co­me­cei a ler seu li­vro no do­mingo de Car­na­val du­rante a tarde e sem quase ter per­ce­bido no ou­tro dia em vá­rios mo­men­tos me lem­brei que que­ria con­ti­nuar lendo de noite. Uma lei­tura emo­ci­o­nante no avan­çar das pá­gi­nas. Pa­ra­béns pelo seu li­vro e pelo seu blog tam­bém, pois o co­nheci hoje.”
Fer­nando José
Pro­fes­sor

“Márcio, vi­a­jei por 30 ho­ras na vinda de Cá­ce­res para Ca­fe­lân­dia, os atra­sos ha­bi­tu­ais de­vido as inú­me­ras pa­ra­das e as chu­vas que fo­ram de­mais, po­rém não senti o tempo pas­sar, pois a lei­tura de “PATER” me en­vol­veu tanto que não per­cebi o tempo, nem a dis­tân­cia. Encanta-me ler os seus es­cri­tos tão cheios de de­ta­lhes, e ainda me ale­gra muito sa­ber que posso di­zer que o Es­cri­tor Márcio ABC fez parte de mi­nha ado­les­cên­cia e sem­pre será meu di­leto amigo. PATER de­ve­ria ser um li­vro de ca­be­ceira para tan­tos pais que so­frem o di­lema de não sa­ber de­mons­trar e vi­ver o amor que sen­tem por seus fi­lhos. A lei­tura prende a nossa aten­ção, pas­sa­mos a ser parte in­te­grante da his­tó­ria, por­que tor­ce­mos muito pelo jo­vem Ale­xan­dre, que soube su­pe­rar os seus con­fli­tos pes­so­ais e to­mar as ré­deas de sua vida e se­guir mesmo sem o apoio do pai, e ao mesmo tempo tor­ce­mos para que o pai seja trans­for­mado , se não an­tes, pelo me­nos de­pois da queda do seu pe­des­tal, que era a sua pa­tente. O fim, bom o fim, lá­gri­mas né, claro! Pa­ra­béns, muito bom!”
Zeli Car­va­lho

“Gosto de­mais do seu jeito de escrever…a gente se sente parte da nar­ra­tiva. Por isso não pre­ciso nem di­zer quanto amei PATER, que ter­mi­nei de ler agora. Ma­ra­vi­lhoso.”
Sonya Tei­xeira
Ad­vo­gada

“Pre­zado Márcio ABC, ao ler seu li­vro me ba­teu uma grande sau­dade da época em que fo­mos para a rua com as ca­ras pin­ta­das. Vinte anos se pas­sa­ram e muita coisa con­ti­nua se re­pe­tindo na nossa po­lí­tica. Mas lendo seu li­vro, no fim, é per­cep­tí­vel a ca­pa­ci­dade de su­pe­ra­ção das pes­soas, dos bra­si­lei­ros. Pa­ra­béns por sua ca­pa­ci­dade de nos trans­mi­tir essa es­pe­rança em seu li­vro.”
Ví­tor Ri­beiro
For­mado em le­tras

“Te­mi­nei PATER. Me an­gus­ti­ava tanta coisa para acon­te­cer e fal­ta­rem pou­cas pá­gi­nas. Mas tudo se en­cai­xou no fi­nal… A prin­cí­pio me pa­re­ceu in­ve­ros­sí­mil o co­ro­nel nar­rar com tan­tos de­ta­lhes os pas­sos do fi­lho que pouco co­nhe­cia, mas pude en­ten­der como mer­gu­lhou em suas me­mó­rias para, en­fim, fi­car ín­timo dele. Pa­ra­béns pela obra! Que ve­nham mui­tas ou­tras.”
Fer­nando Be­agá
Jor­na­lista

“Ótimo. Lei­tura agra­dá­vel e en­vol­vente. Os per­so­na­gens (es­pe­ci­al­mente os dois pro­ta­go­nis­tas) são com­ple­tos, tri­di­men­si­o­nais, e o drama en­tre eles foi muito bem cons­truído (se o au­tor fosse eu, pro­va­vel­mente vi­ra­ria uma no­vela me­xi­cana, não ia dar certo, mas tu o fi­zeste com ele­gân­cia). Pa­ra­béns mais uma vez. Es­tás cons­truindo uma car­reira de ro­man­cista firme, con­sis­tente, e eu me or­gu­lho de acompanhá-la desde o co­meço (ainda levo o Pa­ra­bala a sa­raus, quando me pe­dem para ler al­guma coisa).”
Le­o­nardo Bra­si­li­ense
Es­cri­tor ven­ce­dor do Ja­buti

“Li Pa­ter em duas noi­tes, de­vo­rando cada pa­la­vra, ne­gando o sono por­que que­ria ver o que acon­te­ce­ria com Ale­xan­dre. Cho­rei no fi­nal. Amei! De­li­ci­oso, im­pre­vi­sí­vel, si­tu­ado his­tó­rica e ma­ra­vi­lho­sa­mente bem.”
Már­cia Bu­za­laf
Jor­na­lista

“Acabo de ler o seu li­vro PATER. Fan­tás­tico! Pa­ra­béns!!!!”
Pa­blo Fer­reira
En­ge­nheiro ci­vil

“Aca­bei de ler seu li­vro. Sur­pre­en­dente e ma­ra­vi­lhoso! O mo­vi­mento dos ca­ras pin­ta­das em SP mar­cou meu ter­ceiro co­le­gial, par­ti­ci­pa­mos ati­va­mente em 92! Que sau­dade. Fi­quei en­can­tada com o li­vro!”
Jo­elma Ma­rino
Jor­na­lista

“Pa­ter em uma pa­la­vra: ENVOLVENTE. Lei­tura sen­sa­ci­o­nal!!!! Na era que so­mos obri­ga­dos a con­tar ca­rac­te­res, es­cre­ver cada vez mais em me­nos pa­la­vras, seu li­vro tem o po­der de fa­zer es­que­cer essa ‘di­ta­dura con­tem­po­râ­nea’.”
Fer­nanda Ia­rossi
Jor­na­lista

“Co­me­cei a ler Pa­ter on­tem e hoje já ter­mi­nei. Es­tou, no mo­mento, do­mi­nado pela tris­teza que bate quando uma lei­tura boa chega ao fim. Que his­tó­ria ma­ra­vi­lhosa! Ori­gi­nal, bem es­crita e emo­ci­o­nante. Pa­rece cli­chê de ma­té­ria elo­gi­osa en­co­men­dada, mas não é: é im­pos­sí­vel pa­rar de ler. Ainda es­tou sem fô­lego e com lá­gri­mas nos olhos por conta do fi­nal.”
Ga­briel Gar­cia Mar­ti­não
Es­tu­dante

“Pre­zado Márcio, gos­tei muito de teu ro­mance PATER. Ex­ce­lente nar­ra­tiva. A pe­teca não cai, isto é, tu man­téns o lei­tor sem­pre atento, se­guindo uma his­tó­ria que não perde o ritmo.
“Quando a his­tó­ria pa­rece ir para de­ter­mi­nado ca­mi­nho, tu pro­vo­cas gran­des sur­pre­sas. Uma abor­da­gem de­li­cada da re­la­ção en­tre pai e fi­lho, e, mesmo as­sim, um ro­mance que não fica con­tido neste as­pecto psi­co­ló­gico – im­por­tan­tís­simo, é claro (quem sou eu para di­zer que essa re­la­ção não é fun­da­men­tal…).
“ Na certa mui­tos dos teus lei­to­res de­vem ter se quei­xado do que acon­tece com teu per­so­na­gem prin­ci­pal. Uma lás­tima! Na­quela hora, fiz parte da turma que disse: puxa vida, por quê? Mas o úl­timo ca­pí­tulo me fez mu­dar de ideia. Ex­ce­lente. Vi­rou a his­tó­ria no­va­mente.
Um baita li­vro!”
Vi­tor Bi­a­soli
Es­cri­tor e po­eta

“Oi Márcio tudo bem? Aca­bei de ler Pa­ter. Ado­rei. Que lei­tura de­li­ci­osa a gente faz quando há uma es­tó­ria rica em de­ta­lhes. Uma vi­a­gem no tempo, lem­bran­ças não tão agra­dá­veis so­bre acon­te­ci­men­tos po­lí­ti­cos que não gos­ta­ría­mos de ter vi­vido, mas um emo­ci­o­nante re­lato das re­la­ções hu­ma­nas e uma boa dose de re­fle­xão so­bre como nós mes­mos es­ta­mos tra­çando nos­sas vi­das. Pa­ra­béns.”
Ma­ria Amé­rica Fer­reira
Jor­na­lista

“Márcio, aca­bei de ler seu li­vro Pa­ter. Como sem­pre acon­tece quando leio seus li­vros, fi­quei presa à his­tó­ria, à ma­neira como você narra os fa­tos que acom­pa­nhei de perto na época em que acon­te­ce­ram, e aos per­so­na­gens que você criou. Pa­ra­béns mais uma vez.”
Ana Flo­res
Es­cri­tora e tra­du­tora

“Márcio, o seu li­vro está es­pan­to­sa­mente bem es­crito, o lé­xico uti­li­zado é per­feito, limpo, en­xuto, sim­ples, e, por isso mesmo, ex­tre­ma­mente ele­gante; cons­tru­ções de ima­gens efi­ci­en­tes, emo­ci­o­nan­tes e ex­pres­si­vas; ca­pí­tu­los bem equi­li­bra­dos e bem di­vi­di­dos; diá­lo­gos bem fei­tos; os per­so­na­gens são, sem ex­ce­ção, muito bem cons­truí­dos e co­e­ren­tes.
“De ma­neira muito sen­sí­vel, você vai des­fi­ando a di­fí­cil re­la­ção en­tre pai e fi­lho. Am­bos de per­so­na­li­da­des com­ple­xas (afi­nal de con­tas, como to­dos nós), imer­sos em um grande so­fri­mento pro­vo­cado pela in­co­mu­ni­ca­bi­li­dade. A evo­lu­ção do pai é cla­rís­sima, ape­sar de su­til, na sua mu­dança, por exem­plo, na ma­neira de ver o amigo gay do fi­lho; no es­forço em se man­ter ape­nas em es­pera di­ante de si­tu­a­ções com as quais não con­corda, con­tra­ri­ando o há­bito exi­gido por sua pro­fis­são.
“A evo­lu­ção do fi­lho tam­bém é es­miu­çada de ma­neira co­mo­vente, em sua pas­sa­gem de cri­ança a ho­mem, em sua força ao aguen­tar, em si­lên­cio, re­ve­la­ções ter­rí­veis so­bre o pai.
“O fi­nal é sur­pre­en­dente, com a lembrança/descoberta do que de­li­neou essa re­la­ção tão di­fí­cil e do­lo­rida.
“Seu li­vro é uni­ver­sal, como a boa li­te­ra­tura, por­que traz à tona do­res pro­fun­das pos­sí­veis na vida de cada um de nós, em nos­sos re­la­ci­o­na­men­tos. PATER ‘es­frega na cara do lei­tor’ a res­pon­sa­bi­li­dade de to­dos nós ao to­mar­mos de­ci­sões, ao agir­mos de uma ma­neira ou de ou­tra, ao dei­xar­mos para de­pois um abraço, um beijo, um gesto ou pa­la­vra de amor. Mos­tra a ine­xo­ra­bi­li­dade do des­tino e a fra­gi­li­dade do con­trole da vida e da morte. Mos­tra, por fim, a ca­pa­ci­dade de su­pe­ra­ção que nos acom­pa­nha, tornando-nos so­bre­vi­ven­tes ainda ca­pa­zes de ser fe­li­zes.
“Além disso, o li­vro é um ex­ce­lente tes­te­mu­nho dessa fase tão con­tur­bada da po­lí­tica bra­si­leira, pas­sando pe­los anos de chumbo da di­ta­dura mi­li­tar.
Meus pa­ra­béns!”
Lú­cia Facco
Dou­tora em li­te­ra­tura e crí­tica li­te­rá­ria

“Como sem­pre a sur­pre­en­der a to­dos, in­clu­sive no seu pró­prio mundo com PATER. Ti­nha uma ideia já for­mu­lada so­bre o li­vro até que ela foi des­truída com o uso de pou­cas pa­la­vras: esse é o Márcio, o nosso Márcio, o Márcio de to­dos (ou de pou­cos), mas ainda as­sim o Márcio O grande Márcio com seu grande li­vro.”
Ga­briel Feza
Es­tu­dante

“Ter­mi­nei de ler PATER, do que­rido Márcio ABC. Sem for­ma­ção de crí­tica cul­tu­ral, con­sigo ir pouco além do “gos­tei”, “li-em-uma-sentada” ou “é-um-livro-que-prende”. De toda forma, vou com­par­ti­lhar al­gu­mas per­cep­ções, mesmo que não se­jam bri­lhan­tes.
“A elas: de fato, o li­vro prende, li em uma se­mana e gos­tei muito. A obra cum­pre aquela fun­ção da li­te­ra­tura de nos fa­zer re­fle­tir so­bre nós mes­mos, nos­sas emo­ções, a forma como ve­mos o mundo.
“No caso de PATER, a re­fle­xão prin­ci­pal gira em torno das re­la­ções mais pró­xi­mas, como fi­lhos ou como pais. E isso foi tão in­tenso que pre­ci­sei de quase ou­tra se­mana para con­se­guir es­cre­ver so­bre o li­vro, mesmo que pou­cas li­nhas. É como aquele filme, que não ter­mina ao sair do ci­nema. Fica in­sis­ten­te­mente mar­te­lando em nossa mente por dias. Mi­nha re­la­ção com PATER foi as­sim. De­pois da úl­tima pá­gina, ele con­ti­nu­ava indo e vindo.
“Além dessa in­ten­si­dade com que Márcio tra­ba­lha os per­so­na­gens, gos­ta­ria de des­ta­car que ele con­se­gue sur­pre­en­der, tam­bém no es­tilo, em re­la­ção às duas ou­tras obras – Pa­ra­bala e Des­rumo (sou sua lei­tora fiel). Ho­nes­ta­mente, es­tava cu­ri­osa para ver como ele se li­vra­ria do am­bi­ente ru­ral e, muito pro­va­vel­mente, da ins­pi­ra­ção vinda de suas ex­pe­ri­ên­cias em La­goa Seca. Mas, ABC tam­bém tran­sita com ma­es­tria pelo mundo ur­bano. Parece-me um in­di­ca­tivo claro de um ótimo es­cri­tor. Re­co­mendo!”
Ro­se­ane An­drelo
Jor­na­lista e pro­fes­sora uni­ver­si­tá­ria

“Caro Márcio ABC, eu não o co­nhe­cia. Um amigo es­tu­di­oso de li­te­ra­tura indicou-me seu li­vro “Des­rumo”, que li e con­si­de­rei uma grande obra por sua mag­ni­tude li­te­rá­ria, cons­tru­ção de pa­la­vras e fra­ses ines­que­cí­veis. Agora, co­nhe­cendo o au­tor, vi seu novo li­vro numa loja vir­tual e o en­co­men­dei. Com­ple­ta­mente di­fe­rente do an­te­rior e no­va­mente uma de­lí­cia de lei­tura. Ou­tra lin­gua­gem, mas a mesma ca­pa­ci­dade de nos pren­der e nos fa­zer pen­sar so­bre a vida. Gos­tei, apro­vei e já o em­pres­tei.”
Al­cino Lima
Pro­fes­sor

“Acho tão di­fí­cil es­cre­ver qual­quer coisa so­bre obras de arte… Pior ainda quando a obra é de um amigo, caso do li­vro “PATER”, do Márcio ABC. Gosto sem­pre de ser isenta e, num caso desse, ad­mito: é quase im­pos­sí­vel. A me­lhor coisa é ten­tar ser sin­cera. Lá vai: gos­tei muito do per­fil psi­co­ló­gico dos per­so­na­gens. Bem de­fi­ni­dos, pro­fun­dos. En­gra­çado, mas vi o Márcio tanto no pai como no fi­lho. O tempo todo. Isso foi o mais mar­cante. Como já es­cre­ve­ram ou­tras pes­soas, é li­vro para pe­gar e só lar­gar no fim. Li­vro que gruda. Na ten­ta­tiva quase im­pra­ti­cá­vel de man­ter a sin­ce­ri­dade, tem uma coisa que me dei­xou in­tri­gada e com von­tade de sa­ber mais. É so­bre a tor­tura de um mi­li­tar por ou­tros mi­li­ta­res. Foi cas­tigo? Foi para ar­ran­car uma con­fis­são? Mi­li­ta­res tor­tu­ram mesmo ou­tros mi­li­ta­res? Acho que o tema dá um PATER 2.”
Cris­tina Ca­margo
Jor­na­lista

“Aca­bei de ler o li­vro PATER de Márcio ABC. ADOREI!!!! Ele é um es­cri­tor ma­ra­vi­lhoso. Seu texto é ine­bri­ante e tem o po­der de pren­der a aten­ção até a úl­tima li­nha. In­dico a to­dos vcs. Não per­cam!!!!!!!!”
Ch­ris­ti­ane Lippi
Ban­cá­ria

“Pre­zado au­tor, du­rante a lei­tura de seu li­vro, num mo­mento ini­cial, sus­pei­tei es­tar lendo uma obra de um es­cri­tor di­rei­tista, por suas alu­sões a um co­ro­nel até certo ponto sen­sí­vel, mas em se­guida, no an­da­mento da his­tó­ria, com­pre­endi a bela men­sa­gem que você pro­cura pas­sar. Pa­ra­béns!”
Flá­vio Mar­tins
Con­sul­tor de ven­das

“Márcio ABC, li seu li­vro e não acho que seja uma obra-prima, mas é um li­vro muito bom, sem dú­vida, da­que­les que co­me­ça­mos a ler e nossa mente fica nos lem­brando a todo mo­mento que pre­ci­sa­mos con­ti­nuar, nossa cu­ri­o­si­dade fica nos co­brando, sabe? Uma coisa que me mar­cou bas­tante foi ver o tra­ta­mento que você deu ao co­ro­nel. Ge­ral­mente, os mi­li­ta­res são tra­ta­dos de um jeito frio e cal­cu­lista. Você deu uma chance a ele. Gos­tei muito disso tam­bém. Va­leu a pena co­nhe­cer um novo au­tor.”
Vera Lú­cia Frei­tas
Co­mer­ci­ante


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