Ela dis­se que o meu ami­gui­nho não es­ta­va em ca­sa mas me man­dou en­trar. Dis­se que gos­ta­va de mim por­que eu era com­por­ta­di­nho e que ela que­ria con­ver­sar co­mi­go um pou­qui­nho. Me le­vou pa­ra o quar­to e dis­se vem, sen­ta aqui no meu co­li­nho...

Me deu um ta­pão na ca­be­ça por­que a cha­mei de tia.

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