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quinta-feira, 5 de dezembro de 2002 Texto de

Pas­so sem­pre por um gra­ma­do on­de pom­bas ba­nham-se no es­gui­cho de ir­ri­ga­ção. Mo­lham-se, er­guem-se em vôos fu­ga­zes, sa­co­dem-se, en­co­ru­jam-se. En­quan­to is­so, de su­as asi­nhas, as go­tí­cu­las pen­dem em câ­ma­ra len­ta. A água, en­quan­to ne­ces­si­da­de bá­si­ca, foi des­pre­za­da pe­la so­ci­e­da­de. En­quan­to sím­bo­lo de pu­ri­fi­ca­ção, per­deu-se em meio aos nos­sos de­je­tos.

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